15 de nov. de 2010

. praquê .

real, virtual, ideal. ele tinha uma serra. morava perto do mar. lugarzim frio. vontade de dormir sono bom. conchinha, coberta macia, cheirinho de vento novo. vida instalada, feita de cedo, trabalho, casa, cigarros e computador... ah! e sobrinho nos finais de semana. coisa boa! entrei aí. porta entreaberta. na verdade ainda não entrei corpo todo. só o cheiro da voz, gosto de imagem. bendito cosmos virtual. mundo de perto-longe. sou capaz de ouvir o cheirinho de costelinha de porco com arroz fresquinho. hummmm! ontem de samba. hoje, muita cama e desejo apertado, pirado, cabeça aí. fica coitado não, ando devagar, mas sempre chego. quero pra sempre. mistura, na panela que és, um pouco de mim, com um montão de você. de vez em quando, muito virtual. passou o tempo de comidinha amassada de ideal. num demora a gente faz um churrascão cheio de pimenta vermelha-real. vem comigo. é todo dia. hora inteira. cheia de minutos, segundos, milésimos de segundos. quero ilha. quero lençol e ventinho de maresia, pra corroer a dor da saudade. monte de mim procê! joga os dados que hoje eu tô com sorte. vivo de dezembro.

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